Andreia Galvão reconduzida na direção do Convento de Cristo após quatro anos em funções

A continuidade de Andreia Galvão enquanto diretora do Convento de Cristo, em comissão de serviço num cargo que ocupa desde 2014, foi hoje publicada em Diário da República.

Designada para o cargo na sequência de concurso da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), Andreia Galvão, que é técnica superior deste organismo, foi nomeada por três anos, renovável por igual período de tempo, com efeitos a 03 de julho último, "em virtude de reunir os requisitos legalmente e deter o perfil adequado e demonstrativo da aptidão, competência técnica e experiência profissional necessárias para o desempenho do cargo", conforme evidenciado pela nota curricular publicada no despacho.

Andreia Maria Bianchi Aires de Carvalho Galvão é doutorada em Arquitetura, na vertente de Teoria da Arquitetura, pela Universidade Lusíada de Lisboa, desde 2004.

Tem uma pós-graduação em Conservação e Recuperação de Edifícios e Monumentos obtida, em 1985, no Instituto Superior Técnico, tendo-se licenciado em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa, no ano anterior.

Especialista em "Light-design", Andreia Galvão foi vice-presidente e subdiretora do Instituto Português do Património Arquitetónico e Arqueológico (IPPAR)/Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico (IGESPAR), entre 2005-2009.

Foi ainda responsável pela coordenação da gestão e valorização dos Mosteiros da Batalha, Alcobaça, Jerónimos e Convento de Cristo. Adicionalmente, foi diretora e coordenadora do Museu de Arte Popular (MAP), entre 2012 e 2013, tendo como principal missão a reinstalação, reprogramação e curadoria de diversas exposições iniciadas com a mostra "Os Construtores do MAP".

Diretora do Convento de Cristo em Tomar, a partir de 2014, foi, entre outros cargos, responsável pela elaboração do Plano Estratégico para o Monumento, pela redefinição das linhas de ação, desenvolvimento de diversas ações para o estudo, restauro, conservação, valorização e divulgação do monumento e do seu acervo, requalificação, musealização e valorização de diversos espaços do monumento, alguns encerrados ao público.

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