Guimarães candidata árvores à classificação de interesse público

A Câmara de Guimarães quer que 15 árvores e um arvoredo locais obtenham a classificação de interesse público, tendo anunciado hoje a formalização da respetiva candidatura.
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Em comunicado, o município explana que a apresentação das candidaturas àquela classificação tem por objetivo "contribuir para a proteção e sobrevivência de mais alguns exemplares arbóreos de interesse e porte magníficos".

Segundo aponta o texto, Guimarães teve as primeiras classificações do género em 1940 e 1953, sendo que património classificado como arvoredo de interesse público se resumia a duas árvores (um sobreiro na Mata da Quinta de São Cipriano e um carvalho do Regalo) e a um conjunto arbóreo (Pousada de Santa Marinha da Costa).

Já em 2011, explana o texto, foi aumentada a lista de classificações com o reconhecimento de mais exemplares, abrangendo um total de cinco árvores isoladas (dois plátanos e uma castanheiro-da-índia nos jardins do Paço dos Duques de Bragança, um cedro-do-himalaia no Cemitério da Atouguia e um pinheiro-manso em Silvares), além de conjuntos arbóreos (dois conjuntos de cameleiras no Palácio Vila Flor).

A candidatura agora apresentada engloba uma oliveira (Museu Alberto Sampaio), um carvalho-roble (Museu Alberto Sampaio), um pinheiro-manso e dois sobreiros (Citânia de Briteiros), dois eucaliptos (Monte do Cavalinho e Montanha da Penha) um cedro-do-himalaia (conjunto de dois exemplares no Cemitério da Atouguia), uma araucária-do-Brasil (Lordelo, junto à EN105), um abeto-de-Douglas (junto ao Santuário da Penha), um sobreiro (Montanha da Penha), uma camélia (Fermentões) e três pinheiros-mansos (Mata dos Laços, Creixomil, outro junto ao Bairro Leão XIII e outro em Moreira de Cónegos), assim como a Mata da Casa da Ribeira (Ponte).

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