Exclusivo "Combatentes do mundo" lutam para preservar a história do Quartel do 11 em Setúbal

No Dia do Antigo Combatente, que este sábado se comemora, setubalenses e turistas podem conhecer uma pequena parte da história do Quartel do 11 e do seu regimento. É uma pequena parte porque a grande história militar da cidade do Sado "corre o risco de se perder", garantem os historiadores mas também a Liga dos Combatentes.

Há 272 anos que soldados passam pelo pórtico do Quartel do 11, em Setúbal. Os soldados de hoje são diferentes dos que ali marcharam no século XVIII, "mas não deixam de ser combatentes do mundo, prontos a lutar pelo seu lugar na alta cozinha e nos hotéis de maior prestígio em Portugal e além-fronteiras", disso não tem dúvidas Helena Lucas, diretora da instituição em que o antigo 11 se transformou na Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal. Um lugar que o Núcleo da Liga dos Combatentes da cidade do Sado exige que "seja preservado", afinal estão ali "quase três séculos de história militar".

Em semana aberta à comunidade, Helena Lucas cruza a antiga parada militar do edifício concentrada nos pontos onde ainda se encontram vestígios discretos da história do antigo Quartel do 11 e do seu Regimento de Infantaria n.º11. O mesmo percurso que setubalenses e turistas fazem no Dia do Antigo Combatente, que se comemora este sábado, atraídos pela história e arquitetura ou pela carta do restaurante onde os futuros chefs de cozinha, formados na escola, treinam a criatividade e perícia gastronómica.

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