O encerramento faseado dos cais na reabilitação da estação de metro da Praça de Espanha, em Lisboa, vai começar com um atraso de 21 dias face à data inicialmente divulgada, informou esta quinta-feira, 16 de julho, a empresa Metropolitano de Lisboa.Na quarta-feira, a empresa de transporte público anunciou que o cais no sentido Santa Apolónia estaria encerrado entre 20 de julho e 10 de agosto, tendo retificado esta quinta-feira o prazo, que passa a ser de 10 a 30 de agosto.Durante esse encerramento, que será aplicado na madrugada de 09 para 10 de agosto, os comboios com destino a Santa Apolónia não efetuarão paragem na estação Praça de Espanha, acrescenta a entidade.A Metropolitano de Lisboa previra inicialmente reabrir o cais no sentido Santa Apolónia e encerrar o cais no sentido Reboleira entre 10 e 31 de agosto, mas essa operação vai decorrer entre 31 de agosto e 20 de setembro, intervalo em que os comboios com destino à Reboleira serão impossibilitados de parar na estação Praça de Espanha.Já o átrio norte, encerrado desde 29 de junho, tinha reabertura prevista para 27 de julho, data em que se esperava a entrada em funcionamento dos novos elevadores, mas essa reabertura foi adiada por três semanas, para 17 de agosto.O encerramento do átrio sul ocorrerá em 14 de setembro, data anteriormente divulgada, prevendo-se que se estenda até ao final de outubro.Esse encerramento vai implicar a transferência temporária do posto de venda para o átrio norte, que está dotado do novo elevador, esclarece ainda a empresa.No âmbito do “encerramento faseado dos cais”, a empresa ML recomendou aos clientes que verifiquem antecipadamente qual o cais que se encontra encerrado e, “sempre que possível, deverão recorrer às estações Jardim Zoológico ou São Sebastião”, ou, em alternativa, poderão apanhar o comboio no cais em funcionamento até à estação seguinte, onde poderão efetuar o transbordo para um comboio no sentido pretendido.“A obra decorrerá em regime de 24 horas por dia, estando, durante o horário de funcionamento da estação, as áreas de intervenção devidamente delimitadas e sinalizadas, garantindo a segurança de trabalhadores e clientes”, adiantou.Em comunicado, a empresa sublinhou que as obras se inserem “na estratégia de valorização das estações enquanto base essencial para a qualidade global do serviço de transporte público, com melhorias contínuas para responder às expectativas dos clientes” e, assim, “reforçar o papel do Metro como eixo central da mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa”.