Suspeito do tiroteio em Copenhaga tinha historial de problemas de saúde mental, diz a polícia

Em vídeos divulgados na internet é possível ver o jovem a posar com armas, imitando gestos suicidas e a falar sobre medicação psiquiátrica "que não funciona".

A polícia dinamarquesa revelou esta segunda-feira que o suspeito do tiroteio no domingo num centro comercial em Copenhaga, que fez três mortos, era conhecido pelos serviços de saúde mental.

"O suspeito também é conhecido entre os serviços psiquiátricos, além disso, não quero comentar", disse o chefe de polícia de Copenhaga, Soren Thomassen, em conferência de imprensa.

Thomassen acrescentou que as vítimas pareciam ter sido alvejadas aleatoriamente, tendo descartado a hipótese de um ato terrorista

A polícia disse acreditar que os vídeos do suspeito que circulam desde a noite de domingo nas redes sociais são autênticos. Nos vídeos, é possível ver o jovem a posar com armas, imitando gestos suicidas e a falar sobre medicação psiquiátrica "que não funciona".

As contas do YouTube e do Instagram que se acredita pertencerem ao suspeito foram fechadas durante a noite, observou a AFP.

Os três mortos foram identificados como uma mulher e um homem dinamarqueses, ambos de 17 anos, e um cidadão russo de 47 anos residente na Dinamarca.

Outras quatro pessoas ficaram feridas no tiroteio: duas mulheres dinamarquesas, de 19 e 40 anos, e dois cidadãos suecos, um homem de 50 anos e uma mulher de 16 anos.

O tiroteio ocorreu na tarde de domingo no movimentado centro comercial Fields, localizado entre o centro da cidade e o aeroporto de Copenhaga.

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