Exclusivo Simone Tebet será a candidata da frágil terceira via no Brasil

Senadora de 52 anos escolhida como alternativa a Lula da Silva e Bolsonaro tem de combater a falta de coesão, de identidade e de base de apoio dos centristas que a apoiam, alertam cientistas políticos.

Depois de dezenas de nomes lançados ao público, de entrevistas às televisões, de perfis geometricamente traçados nos jornais, de anúncios bombásticos de candidaturas, de duelos partidários voto a voto, de encontros noite afora, de reuniões mais e menos secretas sem fim, de algumas alianças e de muitas traições, a chamada "terceira via" eleitoral aos favoritos Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) para a eleição presidencial de outubro no Brasil chegou, finalmente, a uma conclusão: avança Simone Tebet, senadora de 52 anos, do MDB, com um candidato a vice-presidente do PSDB.

O termo "terceira via", que desagrada a boa parte dos integrantes do grupo que se denomina do "centro democrático", foi inicialmente utilizado pelo primeiro candidato a encabeçá-la: Luciano Huck. O apresentador de televisão, no entanto, foi também o primeiro a abandoná-la: preferiu renovar contrato com a TV Globo a protagonizar extenuante corrida ao Palácio do Planalto.

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