Exclusivo Ferhat Mehenni. A abrilada kabyla

O DN falou com Ferhat Mehenni, presidente do Movimento para a autodeterminação da Kabylia e de Anavad (Governo Provisório da Kabylia no exílio-MAK).

O Movimento para a autodeterminação da Kabylia e de Anavad (Governo Provisório da Kabylia no exílio-MAK) viu no passado 20 de abril a celebração dos 21 anos do início da Primavera Amazigh (berbere para os menos avisados), data que em 1980 viu a contestação e a raiva sair à rua, pela proibição, a partir de Argel, da realização de uma conferência sobre poesia kabyla ancestral em Tizi-Ouzou, a capital desta província argelina contestatária e situada no nordeste da Argélia, com acesso ao Mediterrâneo e povoada por cerca de 12 milhões de habitantes, sendo que dois milhões vivem em França e dois milhões em Argel, a capital da Argélia.

Ferhat Mehenni, 70 anos, o presidente do Movimento independentista, lidera o mesmo desde junho de 2010, sendo também um conhecido músico em todo o norte de África, já que ganhou o Festival de Música Moderna de Argel em 1973. É a partir daqui que este "Sérgio Godinho Kabyla", inicia o seu caminho de músico de intervenção, o que rapidamente o leva a um engajamento político cada vez maior, pela independência da sua terra natal.

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