Família de vítima em set de filmagem processa Alec Baldwin

O ator norte-americano matou acidentalmente a diretora de fotografia do filme que estava a rodar, ao disparar uma arma de adereço que não devia estar carregada, a 22 de outubro.

A família da mulher morta no set do western Rust processou esta terça-feira o ator ​​​​​​​Alec Baldwin, que portava a arma que fez o disparo, alegando homicídio culposo.

O ator norte-americano matou acidentalmente a diretora de fotografia do filme que estava a rodar, ao disparar uma arma de adereço que não devia estar carregada, a 22 de outubro.

A vítima mortal foi identificada como Halyna Hutchins, de 42 anos, tendo os disparos ferido também o diretor do filme, Joel Souza, de 48, que foi admitido na unidade de cuidados intensivos do centro médico Christus St. Vincent, nos arredores de Santa Fé, no estado do Novo México, sudoeste dos Estados Unidos.

O ator no próprio dia veio a público, na rede social Twitter, dizer que se sentia "devastado" pelo sucedido.

Entretanto, Baldwin foi acusado de jogar "à roleta russa" ao manipular uma arma sem respeitar as regras de segurança em vigor na indústria cinematográfica.

A 17 de novembro, Mamie Mitchell, empregada como anotadora nas filmagens do western Rust, foi o segundo membro da equipa de filmagens a apresentar queixa contra Alec Baldwin e outros produtores, alegando comportamento perigoso.

Na semana anterior, Serge Svetnoy, designer de iluminação chefe do filme presente durante o tiroteio acidental, apresentou uma queixa por "negligência" contra o ator, a produção e o armeiro.

Durante conferência de imprensa desta terça-feira, o advogado Brian Parnish argumentou que Baldwin e outros produtores do western incorreram em "conduta imprudente e medidas para reduzir custos", resultando na morte de Hutchins.

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