Exclusivo Do clima à imigração: Biden desfaz numa semana o legado de Trump

O presidente norte-americano não perdeu tempo e desde que tomou posse, a 20 de janeiro, já emitiu mais ações executivas do que qualquer um dos seus antecessores nos primeiros dias de mandato. E promete não ficar por aqui.

Em vez de aproveitar a maioria que teve nos dois primeiros anos de mandato na Câmara dos Representantes e no Senado para legislar, o ex-presidente norte-americano Donald Trump optou por governar por decreto. O problema é que para revogar essas ações executivas, cuja assinatura a marcador preto fazia questão de mostrar para as câmaras, o seu sucessor só tem de emitir novas em contrário. E o novo inquilino da Casa Branca, Joe Biden, não perdeu tempo.

Logo no dia da tomada de posse, a 20 de janeiro, assinou onze ações executivas, além de seis proclamações e memorandos. Ao todo, o democrata já usou mais de 50 canetas (é tradição usar uma nova em cada assinatura e depois entregá-la às pessoas envolvidas naquela ação como recordação), em temas que vão desde o clima à imigração, passando pela economia, pela luta contra o novo coronavírus ou pela discriminação. É o número mais elevado de ações, mais do que qualquer um dos seus antecessores, nos primeiros dias de mandato.

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