Biden comprometido em evitar outro ataque contra os EUA

Presidente norte-americano esteve presente na cerimónia do 21.º aniversário dos ataques contra as torres gémeas.

O presidente norte-americano, Joe Biden, que participou este domingo na cerimónia do 21.º aniversário dos ataques contra as torres gémeas, garantiu estar comprometido em evitar outro ataque contra os EUA.

"Nunca esqueceremos, nunca desistiremos [...]. O nosso compromisso de impedir outro ataque aos Estados Unidos não tem fim", garantiu Joe Biden.

O Presidente foi acompanhado por familiares dos elementos de socorro que estiveram no Pentágono no dia do ataque.

"Temos [para com eles] uma dívida incrível", vincou.

A cerimónia decorre pouco mais de um ano após Biden ter retirado as tropas norte-americanas do Afeganistão.

No entanto, assegurou que o seu Governo continua a perseguir os responsáveis pelos ataques de 11 de setembro.

Em agosto, Biden anunciou que os EUA mataram Ayman al-Zawahri, líder da Al-Qaeda que ajudou a planear os ataques.

Biden lembra Isabel II no discurso do 21º aniversário do 11 de Setembro

O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Joe Biden, lembrou este domingo as palavras de apoio da rainha Isabel II apôs os atentados, no discurso por ocasião do 21º aniversário do 11 de setembro.

"A dor é o preço que pagamos pelo amor" foi a mensagem que a monarca, que morreu na quinta-feira, aos 96 anos, enviou às famílias das vítimas do 11 de setembro, durante um serviço religioso na igreja de St. Thomas, em Nova Iorque, no mesmo dia dos ataques.

Biden usou hoje a frase para lembrar as quase 3.000 pessoas que perderam a vida há 21 anos, quando um grupo de terroristas da Al Qaeda sequestrou três aviões que atingiram as Torres Gémeas, em Nova Iorque e o Pentágono, na Virgínia.

Um outro avião caiu num campo da Pensilvânia.

"O que foi destruído nós consertámos. O que foi ameaçado, nós o reforçámos", disse o presidente, citado pelas agências internacionais, durante um discurso do lado de fora da sede do Departamento de Defesa para lembrar as 189 pessoas que perderam a vida no ataque ao Pentágono.

O presidente dos EUA também quis destacar a morte, no início de agosto, do líder da Al Qaeda, Ayman al Zawahiri, num ataque de drone em Cabul, cerca de um ano após a retirada das últimas tropas americanas do Afeganistão.

Joe Biden assegurou que, apesar da retirada dos EUA do Afeganistão -que encerrou 20 anos de guerra, o "compromisso de evitar um novo ataque aos Estados Unidos não termina".

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