37 anos de guerra civil no ex-Ceilão

Conflito entre guerrilha tâmil e Governo começou em 1972 e arrastou--se até hoje. Mais de 70 mil pessoas morreram. Índia envolveu-se mas retirou em desgraça e viu um primeiro-ministro morto em atentado.

Em Janeiro, o exército recupera o controlo de Kilinochchi e continua a empurrar os Tigres para a selva. ONU apela ao cessar-fogo mas combates continuam até rendição dos rebeldes.

A 16 de Janeiro, as duas partes rompem oficialmente com o cessar-fogo e um atentado dos Tigres em dois autocarros mata 27 civis. Exército lança ofensiva final contra rebeldes.

Tigres e Governo chegam a um acordo de cessar-fogo sob a égide da Noruega. Ideólogo dos Tigres diz que rebeldes tâmiles querem a autodeterminação e não a independência.

Rebeldes tâmiles conquistam a cidade de Kilinochchi que viria a tornar-se "capital" do seu território. Na batalha sangrenta morreram perto de mil soldados e 250 rebeldes.

Índia envia tropas ao Sri Lanka para acabar com o separatismo tâmil. Soldados retiram em 1990. Um ano depois o primeiro-ministro Rajiv Gandhi é assassinado por um rebelde tâmil.

Velupillaï Prabhakaran funda os Novos Tigres Tâmiles - que, em 1976, se tornam os Tigres de Libertação do Eelam Tâmil - e começa a luta pela independência do Norte da ilha.

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