Crítica: Dez momentos em refeição vagarosa no Euskalduna

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As mesas convencionais estão logo ali, mas de certa forma é melhor ao balcão, é um grande mediador de conversa e a coreografia no centro de produção ali mesmo à frente é de grande rigor. Farda informal, na T-shirt de cada um está o nome por isso até a alegoria desportiva se junta ao espectáculo. No caso do chef Vasco Coelho Santos - Vasco, basco, do país basco, euskalduna - dá para ver que está sempre em toda a parte mas não era preciso, a equipa concretiza sempre tudo direitinho. Melhor sinal de liderança não pode haver e a matriz […]

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