A resolução foi aprovada ontem em.Conselho de Ministros, a precisamente uma semana dos concorrentes.entregarem as propostas finais, e não difere em nada do decidido nas.outras privatizações em que o período de indisponibilidade foi.também de cinco anos, a partir da data de assinatura do contrato e.da venda de ações..O processo de privatização da EGF.está, assim, a correr normalmente e a seguir os prazos estipulados,.mesmo quando há empresas a apresentar pedidos de adiamento e várias.câmaras a entregar providências cautelares nos tribunais. .No.total, já foram apresentadas cinco - das câmaras de Lisboa,.Seixal, Loures e Condeixa e mais outra das Resulima (de Vale do.Lima e Baixo Cávado) - mas nenhuma delas travou o processo. Além.disso, o consórcio brasileiro da Odebrecht e da Solvi pediu à.Parpública (que gere a privatização) para adiar a data de entrega.das propostas finais. .Em causa estariam os problemas no BES e.a dificuldade em arranjar as garantias bancárias necessárias e.ainda dúvidas suscitadas pelo processo. .Contudo, o Governo garante.que os privados têm acesso a todas a informações e o ministro da.Presidência, Luís Marques Guedes, garantiu ontem após o Conselho.de Ministros, que não receberam nenhum pedido de adiamento. É por.isso que, diz o mesmo responsável, "neste momento, não há.qualquer intenção de alterar o calendário definido, que é 31 de.julho para entrega das propostas firmes".