Exclusivo Traição, deslealdade e contradições. A zanga que abala a seleção espanhola

Luis Enrique e Robert Moreno trabalhavam juntos desde 2008 e eram grandes amigos. Regresso do selecionador após a morte da filha de 9 anos e forma como processo foi conduzido está cheio de contradições e acusações de parte a parte.

Em junho de 2018, precisamente em vésperas da estreia no Mundial, rebentou uma enorme polémica na seleção espanhola, com Julen Lopetegui a assinar contrato com o Real Madrid e a ser imediatamente dispensado do cargo de selecionador - a federação sentiu-se traída pelo ex-treinador do FC Porto por só ter tido conhecimento do acordo cinco minutos antes do anúncio oficial. Um ano e meio depois, um novo episódio volta a assombrar La Roja, desta vez uma situação com contornos diferentes, que implicam uma zanga séria e uma história de traição entre dois treinadores que eram grandes amigos e cujas consequências são ainda difíceis de avaliar.

Mas vamos aos factos. Luis Enrique e Robert Moreno eram, respetivamente, selecionador e adjunto da seleção espanhola desde julho de 2019.Além disso, grandes amigos - tinham trabalhado juntos na Roma, Celta de Vigo e no Barcelona, desde 2008. Moreno era o braço direito de Luis Enrique. Há, contudo, um momento que muda completamente os acontecimentos. Em plena fase de qualificação para o Euro 2020, Luis Enrique recebe a notícia de que a sua filha Xana, de 9 anos, sofria de um tumor ósseo. Esta passa a ser a sua prioridade, e, em março, abandona de forma repentina o estágio da seleção em vésperas de um jogo com Malta.

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