Premium Jogo Duplo. Cinco mil euros para influenciar jogos na II Liga

Para 18 de junho está marcada a leitura de sentença do primeiro caso em que futebolistas são acusados de manipular resultados de jogos. Foi na II Liga entre agosto de 2015 e maio de 2016.

Movimentos de apostas online fora do padrão normal para jogos da II Liga desencadearam a única investigação em Portugal que, até ao momento, colocou no banco dos réus jogadores, dirigentes e um empresário. No total, o Ministério Público acusou 27 pessoas dos crimes de associação criminosa em competição desportiva (punida com um a cinco anos de prisão agravada e um terço por envolver agentes desportivos), corrupção ativa e passiva em competição desportiva (um a cinco anos de prisão no primeiro caso e um a oito no segundo, podendo ser agravadas por envolver agentes desportivos) e apostas desportivas à cota de base territorial (mais conhecida como as apostas no Placard) fraudulentas.

Além dos portugueses, a investigação detetou a presença de quatro cidadãos da Malásia em vários momentos. Este quarteto faria parte de uma alegada rede que pagava a atletas para estes viciarem os resultados das suas equipas de acordo com as apostas feitas em sites internacionais. No entanto, o grupo de estrangeiros não foi acusado de práticas ilícitas.

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