Cristiano Ronaldo no ginásio da Academia, em Alcochete.
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Carlos Bruno, as fugas de Ronaldo para o ginásio e como o trabalho físico compensa

Preparador físico está no Sporting desde 1998. Trabalhou com Inácio e Bölöni e assistiu às fugas de Ronaldo para o ginásio e ao crescimento físico e futebolístico de dezenas de jogadores.

Quando Cristiano Ronaldo levanta a camisola e exibe a sua exuberante forma física (e toma conta dos comentários a nível mundial), poucos se lembram do miúdo franzino de 12 anos que chegou ao Sporting vindo da Madeira. CR7 é o expoente máximo da academia leonina e de tudo o que ela representa no futebol mundial. Foi em Alcochete que Ronaldo se deu a conhecer ao mundo a jogar à bola e foi lá que começou a ganhar cabedal, desafiado pelo amigo Semedo (Vit. Setúbal).

Um das pessoas que assistiram "ao nascimento de uma estrela" foi Carlos Bruno, atual coordenador do Laboratório de Otimização do Rendimento do Sporting. "Aos 12 anos são todos franzinos. Ele era realmente muito franzino, mas no caso do Ronaldo já se notava que o talento estava lá. Talento cognitivo e técnico que ele aprimorou com trabalho. Todos acreditávamos que ele fosse dar um grande jogador, mas ninguém podia imaginar que chegasse perto do que chegou. As nossas mentalidades não estão habituadas ou preparadas para ver um português no topo do mundo do futebol. Vivia-se na saudade do Eusébio e nunca ninguém pensou que pudesse haver alguém ainda maior. Depois dele tudo mudou. Quando ele saiu já todos olhavam para o Nani como sendo o novo Ronaldo...", confessou ao DN o preparador físico leonino.

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