Universidade de Coimbra exporta invenções para mais de 50 países
Premium

Ensino Superior

Universidade de Coimbra exporta invenções para mais de 50 países

O estabelecimento de ensino superior português, concorrendo com outros e com algumas empresas de grande dimensão, foi o que registou mais pedidos de patentes em 2019. Cerca de metade das requisições submetidas desde o início do milénio foram validadas.

O dedo indicador em riste apontado sobre o ponto mais alto da cidade e a vaidade no rosto do taxista que nos guia fazem-nos a apresentação da universidade mais antiga do país, a de Coimbra, mal chegámos à cidade. "Um monumento, é o que é." Uma instituição que soma já "mais de 700 anos", lembra. Exatamente 730, celebrados no mês de março. E quantas invenções germinadas nos laboratórios e nas salas desta universidade não caberão nestas centenas de anos? O número é incerto, roça ali os milhares, diz o reitor Amílcar Falcão. Certo é que cerca de 50% delas foram registadas como patentes e já estão presentes em mais de meia centena de países.

Em 2019, a Universidade de Coimbra (UC) foi a instituição portuguesa que mais pedidos de patentes registou, competindo com empresas e outros estabelecimentos de ensino superior. No total, 21. Mas o destino já começou a ser escrito há dezenas de anos: não por acaso, foi aqui que nasceu o primeiro computador português, o ENER 1000, pelas mãos de uma equipa de alunos, entre os quais o antigo reitor João Gabriel Silva. O segredo, diz o atual reitor, está no espírito inventivo que se fomentou naquela que é, afinal, "uma universidade vanguardista".

Ler mais

Outras Notícias

Outros conteúdos GMG