Premium Crise, criminalidade, rivais e até aliados: Bolsonaro precisa de domar tudo

Os ferozes desafios do presidente. Jair Bolsonaro toma posse no dia 1 de janeiro. E vai ter muito que fazer: aprovar a reforma da previdência, que transitou de Temer, combater a insegurança, a sua obsessão, seduzir o Congresso, cujo humor é imprevisível, e dar coesão a um governo muito heterogéneo.

Sem tempo a perder, Jair Bolsonaro começa na terça-feira uma nova era no Brasil com economia, política e insegurança no topo da agenda de prioridades. A primeira porque, dada a maior recessão da história recente do país, é a exigência da maioria dos brasileiros, a segunda porque, dado o novo mapa político do Congresso Nacional, se revela uma incógnita, e a terceira porque, dadas as expectativas criadas pelo presidente eleito, é onde ele está obrigado a mostrar serviço.

A "reforma da previdência", três palavras que marcaram mais de metade do governo do presidente cessante Michel Temer, voltará de novo ao noticiário político. "Com toda a certeza começará a ser votada no primeiro semestre, se nós continuarmos sem fazer a reforma, daqui a pouco estaremos como a Grécia, o que mais interessa é estabelecer a idade mínima", afirmou Bolsonaro.

Ler mais

Mais Notícias

Outros conteúdos GMG