Premium Contratar ou encurtar para fortalecer. O mercado de janeiro

FC Porto é o que apresenta um onze mais forte em termos qualitativos. Quando todos estão disponíveis, Conceição consegue sempre apresentar uma equipa bastante consistente. Já em termos quantitativos escasseia alguma qualidade. Há segundas escolhas que não asseguram os serviços mínimos, e sobretudo as posições mais ofensivas não têm alternativas depois da lesão de Aboubakar. Uma incursão ao mercado reforçando a posição de avançado é determinante para que se possa precaver um calendário extenso.

Depois de entrosada a equipa, não é expectável que o Benfica venha a reforçar-se com jogadores que possam logo entrar no onze, até porque tal envolveria verbas elevadas. Mais do que o reforço, o clube deverá emagrecer o plantel, porque o excesso de opções para a mesma posição traduz-se em jogadores com pouca utilização, e isso dá azo a mal-estar e insatisfação, que poderá ser nefasta ao bom funcionamento do grupo. Assim, faz sentido que Ferreyra, Castillo, Lema ou Samaris procurem novos desafios.

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