Premium A guerra dos democratas para derrubar Trump já de olho nas presidenciais

A 3 de janeiro toma posse o novo Congresso. Se os republicanos reforçaram a maioria no Senado, os democratas recuperaram a Câmara dos Representantes. Volta a falar-se de impeachment.

É um Congresso mais feminino, diverso e jovem aquele que a 3 de janeiro toma posse em Washington DC. Mas basta olhar para as fotos dos novos membros da Câmara dos Representantes para perceber que essa juventude e diversidade vem sobretudo do lado dos democratas. Recuperado o controlo na Câmara dos Representantes nas eleições intercalares de novembro (o Senado viu reforçada a maioria republicana), a oposição promete não facilitar a vida ao presidente Donald Trump na segunda metade do seu mandato - seja ao recusar o financiamento do muro na fronteira com o México ou alimentando a investigação à ligação da equipa Trump à Rússia, uma investigação que ameaça chegar ao próprio presidente. Objetivo final: voltar a pôr um democrata na Casa Branca dentro de dois anos.

"Vai ser uma transformação para o Congresso quando reduzirmos o papel do dinheiro e amplificarmos a voz dos americanos comuns para que saibam que são ouvidos", afirmou à CNN Nancy Pelosi, a veterana que apesar de uma rebelião interna tem quase garantido o lugar de speaker da Câmara dos Representantes, o terceiro mais alto cargo político na América. A líder dos democratas recordava em finais de novembro que "a supervisão é responsabilidade do Congresso. A administração vai tentar dizer que supervisão é investigação. Mas não, a supervisão é nossa responsabilidade. Vamos honrar as nossas responsabilidades".

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