Premium 50 anos depois queremos voltar à Lua e ficar lá de vez

A corrida ao satélite terrestre, numa altura em que se assinalam 50 anos da Apollo 11, nunca foi tão intensa, envolvendo novos países e privados.

Na véspera de Natal de 1968, há 50 anos, a NASA divulgava aquela que continua a ser uma das mais icónicas imagens da exploração espacial humana: o "nascer da Terra" visto da Lua. A fotografia, captada pelo astronauta William Anders durante a missão Apollo 8, não foi tirada na superfície do satélite - aquela foi "apenas" a primeira vez que uma missão tripulada orbitou um corpo celeste além da Terra. Mas menos de seis meses depois, a 20 de junho de 1969, dois astronautas - o comandante Neil Armstrong e o piloto do módulo lunar Buzz Aldrin caminhavam mesmo no mar da Tranquilidade. Até 1972, um total de 12 astronautas pisaram a superfície lunar. Destes, apenas quatro, incluindo Aldrin, ainda estão vivos. Desde essa altura, apesar de várias missões bem-sucedidas não só à Lua como a vários planetas do sistema solar e diversos satélites, nunca mais houve uma missão tripulada a ir além da órbita terrestre baixa. Mas essa é uma realidade que poderá mudar na próxima década, com 2019 a marcar o arranque de uma nova "corrida" espacial, com novos países e várias empresas envolvidos, pretendendo criar condições não só para voltar à Lua como para fazer desta uma base permanente para a futura exploração do espaço profundo.

Os "novatos"

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