Premium Então não é que o arco-íris afinal tem milhões de cores?

Uma pessoa resolve arrumar de uma vez por todas os DVD que nem consegue ver porque o leitor está avariado há séculos, guardado no mesmo lugar do leitor de cassetes de vídeo, igualmente inerte. Vem-lhe à memória a máquina de filmar com que o pai registava momentos bons (e menos bons e muitas vezes hilariantes) da vida familiar. As bobines com o filme eram enviadas para revelar e depois enchiam a casa de gargalhadas, sempre depois de refeições, porque se há coisa que junta pais, filhos e netos são almoços e jantares em casa. Havia o projetor com o seu ruído de máquina de costura, desaparecido, e as bobines de película com imagens que foram transpostas para outro suporte.

Os inúteis DVD foram uma ótima novidade até que passaram a ser vendidos com os jornais ao preço da chuva. Resta-lhes o mesmo destino das cassetes de vídeo, com a vantagem de terem caixas muito menos volumosas. Material com embalagem de plástico que é um verdadeiro embaraço: o que fazer com isto tudo?

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