Premium Vanessa da Mata: "A minha música é medicinal"

A cantora brasileira volta a Portugal para dois espetáculos em que apresenta a sua Caixinha de Música e mostra como é possível viver sem ser amargurado mas, antes, ser Gente Feliz.

Dezasseis anos depois do primeiro disco, Vanessa da Mata já não tem medo do escuro nem dos fantasmas da própria voz, tal como cantava em Não Me Deixe Só (2002). Continua a ter aquela voz doce e alegre, continua a exibir um sorriso aberto e a abanar a farta cabeleira quando dança, mas é uma "boneca" que se recusa a agir de acordo com qualquer manual que não seja o seu.

Como ela canta em Gente Feliz, um dos seus temas novos: "Gente feliz não se incomoda com os outros/ Cada um tem sua maneira de existir/ Se cuide para não ficar amargurado/ Não seja o tipo que reclama e fica sentado." E foi isso que quis mostrar com o seu último trabalho, Caixinha de Música, lançado no Brasil em setembro do ano passado e que agora é apresentado em Portugal em dois concertos: na sexta no Casino da Póvoa e no sábado no Casino Estoril.

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Bolas de aço, berlindes, fisgas e ácido. Jovens lançaram o caos na Catalunha

Eram jovens, alguns quase adultos, outros mais adolescentes, deixaram a Catalunha em estado de sítio. Segundo a polícia, atuaram organizadamente e estavam bem treinados. José Manuel Anes, especialista português em segurança e criminalidade, acredita que pertenciam aos grupos anarquistas que têm como causa "a destruição e o caos" e não a luta independentista.