Premium Orbán pronto a devolver poderes especiais. Afinal em que é que os usou?

O primeiro-ministro húngaro foi criticado quando pediu ao Parlamento, onde tem uma maioria de dois terços, que lhe desse poderes especiais para lidar com o novo coronavírus. Oposição alegou que usaria tal subterfúgio para pôr ainda mais em causa o estado de direito no país.

Em finais de março, o governo de Viktor Orbán foi autorizado a governar através de decreto, sem necessidade de aprovação do Parlamento húngaro, para combater o coronavírus. Uma decisão que fez soar os alarmes a nível internacional, onde a reputação do primeiro-ministro não é das melhores. Quase dois meses depois, Orbán prepara-se para devolver esses poderes. Mas onde é que os usou?

O chefe de gabinete de Orbán, Gergely Gulyás, anunciou no domingo que o governo vai apresentar esta terça-feira (26 de maio) ao Parlamento o decreto para revogar os poderes especiais de emergência que o primeiro-ministro obteve em finais de março. A ideia é que o decreto seja aprovado já em junho, mas uma alteração aos números do coronavírus podem obrigar a um recuo.

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