Exclusivo O que faz falta

Todas as sondagens apontam para uma pesada derrota do centro direita nas próximas eleições. E isso é grave. Não tanto porque um novo mandato do atual governo possa ser um desastre, mas porque uma descida acentuada do centro direita pode significar o estertor dos partidos que desde 1974 representam os setores mais dinâmicos da sociedade.

Os partidos à esquerda do PS sempre defenderam, nos limites do possível após o fim dos regimes comunistas, a forte presença do Estado nos vários setores, com um discurso hostil à iniciativa privada, ao empreendedorismo, à ascensão social pelo enriquecimento individual, que acham suspeito, com a consequência de impostos elevados, rigidez da máquina burocrática do Estado, carência de capital e investimento privados.

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