No laboratório do I3S, no Porto, há uma equipa de quase 30 cientistas que se dedica só à investigação
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Investigação científica

Carla Oliveira: "A verdadeira prevenção do cancro do estômago só se faz pela história familiar"

A cientista Carla Oliveira investiga o cancro do estômago há 20 anos, um dos mais mortais e com maior incidência em Portugal e na Europa. É das especialistas que mais sabe sobre esta síndrome a nível europeu e mundial. Ao DN, explica por que esta realidade continua a ser assustadora.

Aos 45 anos, Carla Oliveira é das cientistas que mais sabem de cancro do estômago em Portugal e na Europa. Nasceu numa aldeia perto de Tondela, estudou em Coimbra, mas é investigadora principal no Ipatimup, no Porto. O estudo do cancro do estômago e as suas ligações à história familiar é uma paixão, desde que chegou à área da investigação.

Aos 5 anos dizia que queria ser astronauta, aos 10 queria ser médica, mas aceitou a bioquímica como formação. No fim do curso, quis fazer estágio em análises clínicas, mas um dos seus professores não se conformou com esta sua ideia e encaminhou-a para a investigação. Foi assim que foi parar ao Porto. Fez doutoramento e hoje é a representante de Portugal na rede de referenciação europeia para as síndromes hereditárias raras ligadas ao cancro - GENTURIS.

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