Exclusivo Dos guarda-chuvas partilhados aos dicionários do futuro. As apps criadas pelos jovens

Os finalistas da 4.ª edição do Apps for Good têm três minutos para apresentar as suas soluções tecnológicas para problemas reais, hoje, na Fundação Calouste Gulbenkian. No final serão conhecidos os vencedores.

Miguel, Luís e Alexandre acham que os dicionários físicos já não correspondem às exigências dos tempos modernos, e que os digitais também podem ser melhorados. Por isso, querem criar os "dicionários do futuro". A ideia consiste numa app - a Influx - que permite consultar o significado de palavras através da câmara do telemóvel, por texto ou de uma pesquisa por voz. Por exemplo, se estiver a ler um livro, basta apontar a câmara do smartphone para uma palavra para saber qual o seu significado.

O projeto dos três alunos que no ano letivo passado frequentaram o 12.º ano da Escola Secundária Quinta do Marquês, em Oeiras, é um dos 22 finalistas da 4.ª edição do Apps for Good, cujos resultados são conhecidos hoje, na Fundação Calouste Gulbenkian. Criado há cinco anos pelo CDI (Centro de Cidadania Digital) Portugal, este é um programa que pretende seduzir jovens (entre os 10 e os 18 anos) e professores para a utilização da tecnologia como forma de resolver problemas sociais, propondo um novo modelo educativo mais intuitivo, colaborativo e prático.

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