Premium Saí das redes sociais durante dez dias - e fui feliz

Desliguei-me do Facebook, do Instagram e do Messenger. Mas, confesso, não consegui desinstalar o WhatsApp. Quis perceber o meu nível de dependência, (re)descobrir como é viver sem redes sociais. E foi bastante revelador.

Poucos acreditavam que eu seria capaz. Isto não abona a meu favor, é certo, mas até eu duvidava se conseguiria levar a experiência até ao fim. Houve quem apostasse jantares, enquanto outros arriscaram dinheiro. "Nem um dia, Joana." Aguentei dez, tal como prometido. Foram 240 horas sem redes sociais. Não tive crises de abstinência, mas passei pela fase em que os meus dedos procuravam instintivamente as apps no smartphone. De resto, foi bem mais fácil - e melhor - do que eu estava à espera.

Para que se perceba o nível de dependência - se é que podemos chamar-lhe assim -, a primeira coisa que fazia ao acordar era entrar no Facebook, depois no Instagram, a seguir no Messenger. Repetia o ciclo antes de começar a trabalhar, nas pausas, na hora de almoço, às vezes durante o horário de trabalho - perdoem-me, ao lanche, antes de jantar, depois de jantar. Ah, e antes de dormir, claro. Quando não acordava a meio da noite e ia espreitar o que se passava nas redes.

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