Premium

Greve Climática Estudantil

O que os nossos jovens fazem para salvar o mundo

Greta Thunberg impulsionou as greves climáticas estudantis no mundo. A Beatriz e a Matilde fizeram-no em Portugal, pela primeira vez em março, pela segunda nesta sexta-feira - a dois dias das eleições europeias e não por acaso.

Beatriz recorda aquela aula de Ciências do 8.º ano como se fosse hoje. Naquele dia, a professora decide passar na tela da sala o documentário "Seis Graus podem mudar o mundo", do National Geographic, que mostrava o impacto que cada grau a mais poderia ter na terra. O que a jovem viu e sentiu com aquele filme mudou a sua vida, conta. "Foi a primeira vez que pensei como isto me iria afetar a mim e não apenas às gerações que chegarem daqui a 200 anos como me tinham dado a entender." Cinco anos depois, Beatriz Barroso, agora com 18 anos, contacta Matilde Alvim, 17, sua amiga, com uma dúvida: "Em Portugal, alguém está a organizar algum movimento pelo clima a 15 de março?" - o mesmo dia em que outros 111 países preparavam uma greve climática estudantil à boleia da pequena sueca Greta Thunberg. A resposta foi negativa. "Chegámos à conclusão de que deveríamos fazer alguma coisa", recorda.

Por todo o país, 20 mil estudantes saíram às ruas. E nesta sexta-feira o movimento repete-se em Portugal. O DN foi ao encontro das duas jovens para saber, afinal, o que ambas fazem no dia-a-dia por um mundo mais sustentável.

Ler mais

Exclusivos