Cotovia de Baixo, do Suplício, da Alegria. As várias fases da praça que nos leva à boémia
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Cotovia de Baixo, do Suplício, da Alegria. As várias fases da praça que nos leva à boémia

A Praça da Alegria tem uma longa história e já teve vários nomes. Fica na história por causa do enforcamento de uma mulher que tentou envenenar o marido e da ligação ao mundo do espetáculo. Agora espera pela reconstrução.

Lojas fechadas, obras de reabilitação em alguns prédios, outros fechados e entaipados, hotéis e alojamentos locais, algumas árvores, um quiosque e um pequeno parque infantil, carros estacionados em todos os locais possíveis. E os resistentes Hot Club e Maxime, que de cabaré nos anos 70 do século passado passou a ser um boutique hotel com restaurante-bar há dez meses recuperando da má fama que foi granjeando em décadas anteriores.

Este é o retrato da atual Praça da Alegria, uma zona emblemática de Lisboa pela sua ligação ao Parque Mayer e às casas de espetáculos referidas, assim como ao Príncipe Real e ao Bairro Alto pela Rua da Alegria. Uma praça que se visita em pouco mais de dez minutos e que para oferecer ao visitante só tem o busto de Alfredo Keil - o autor da letra do hino de Portugal - e os nomes de artistas nacionais inscritos nas pedras que rodeiam o jardim e que se transformou no "passeio da fama" lisboeta.

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