Premium Marcha e petição. As últimas cartadas dos britânicos europeístas

Ao impasse sobre a chegada a um acordo de saída da UE, eleitores respondem. Nas ruas de Londres exigem novo referendo, online pedem o fim do Brexit. Deputados devem realizar votos indicativos do caminho a seguir.

Num momento em que o Brexit passou a ter três datas possíveis e todas as opções continuam em aberto para o desfecho do "folhetim", palavra usada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Yves Le Drian, parte dos britânicos optam pela ação. Neste sábado, numa manifestação nas ruas de Londres a favor do segundo referendo, e nas últimas horas com a petição para o governo revogar o artigo 50.º.

Lançada com o objetivo de "dar com um grande número na face do governo", a petição iniciada por uma ex-professora universitária não atraiu ao princípio grande atenção. "Quase desisti mas depois contactei muitas pessoas e disparou", disse Margaret Georgiadou à BBC. "Acho que agora é quase como uma barragem a rebentar", comenta sobre o número de pessoas que aderiram à petição tendo passado de um milhão para três milhões em menos de 24 horas - e isto apesar de a afluência ter deixado o site do Parlamento inoperacional durante muito tempo.

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