Premium Os Quatro e Meia, a banda de gente normal que enche Coliseus

Depois do estrondoso sucesso do álbum de estreia Pontos nos Is, o sexteto de Coimbra está regresso com o novo O Tempo Vai Esperar, a editar na sexta-feira e que será pela primeira vez apresentado ao vivo já nesta terça-feira (22 de setembro), na cidade natal do grupo, num concerto, como é habitual, já há muito esgotado.

Três médicos, dois engenheiros e um professor, todos amigos do tempo da faculdade, que se juntam nos tempos livres para fazer umas canções e dar uns concertos. Assim poderiam ser apresentados Os Quatro e Meia, não fosse dar-se o caso de o grupo nascido em Coimbra ter-se tornado um dos maiores fenómenos de popularidade da música portuguesa dos últimos tempos, como o atestam a presença nalguns dos maiores festivais nacionais e os concertos esgotados em salas como o Teatro Tivoli, a Casa da Música ou os sempre simbólicos Coliseus de Lisboa e do Porto.

Nada mau para uma banda semiamadora (em que todos os membros mantêm outras profissões) e com apenas um disco editado, Pontos nos Is, lançado em 2018 e com o qual conseguiram destronar nada mais, nada menos do que Salvador Sobral do primeiro lugar da tabela nacional de vendas. Com o grupo assim mais ou menos apresentado, vamos então a quem o compõem. São eles Ricardo Liz Almeida, médico de pediatria, 29 anos (voz e guitarra); Tiago Nogueira, médico interno e cirurgião toráxico, 33 anos (voz e guitarra); Pedro Figueiredo, médico de família, 35 anos (percussão); Mário Ferreira, engenheiro informático, 34 anos (acordeão e piano); João Cristovão, 33 anos, professor de música (violino e bandolim); e ainda Rui Marques, engenheiro civil, 33 anos (baixo e contrabaixo) - a quem se deve o nome Quatro e Meia, devido à baixa estatura, quando a banda ainda era só composta por cinco elementos.

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