Premium Theresa May e Boris Johnson. De derrota em derrota até à vitória final?

Os dois primeiros-ministros mandatados para concretizar a retirada do Reino Unido da União Europeia só conheceram derrotas a nível da política interna. O que até pode funcionar a favor da agenda do atual chefe do governo, que já disse que o Brexit é para "fazer ou morrer".

Theresa May dançou ao som dos ABBA no congresso dos conservadores, Boris Johnson usou (de forma muito breve) uma mesa do Palácio do Eliseu para descansar os pés. Mas nem uma nem o outro tiveram motivos para danças nem folguedos. O processo do Brexit derrubou os primeiros-ministros David Cameron, Theresa May e Boris Johnson não está a ter vida fácil.

Impedido nesta segunda-feira de votar o acordo no Parlamento - por o speaker dos Comuns, John Bercow, ter considerado que o documento em causa era substancialmente a mesma moção apresentada no sábado -, o governo britânico vai apresentar nesta terça-feira diretamente um projeto de lei sobre o Brexit, que deverá ser debatido em segunda leitura e passar à fase das comissões no mesmo dia. E poderão surgir várias emendas, pelo que é duvidoso (ainda que não impossível) que o executivo de Boris Johnson consiga aprovar a legislação do Brexit no espaço de três dias durante esta semana.

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