Exclusivo O dever da simpatia

A vida insiste em dar-nos razões para andarmos maldispostos: são as contas para pagar, a maldita dor nas costas, a chuva, o patrão, a derrota do clube... Porque nos haveríamos de espantar com os cretinos no trânsito? Ou com as trombas da funcionária das finanças? Ou com a indiferença do empregado de mesa? As vidas são difíceis, ganhamos pouco, temos problemas, estamos cansados... Já muito faz a gente, não é?

O senhor, de quem não sei o nome, ganha certamente menos que nós, vive pior que nós, trabalha na rua de pé e ao frio e mesmo assim sorri e faz sorrir.

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