Longe da família, dos amigos, sem trabalho. A vida depois da casa de abrigo
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Violência Doméstica

Longe da família, dos amigos, sem trabalho. A vida depois da casa de abrigo

Como é que as mulheres vítimas de violência doméstica recomeçam a vida depois de sair das casas de abrigo? Tantas vezes a centenas de quilómetros de distância da sua terra, sem apoio familiar ou de amigos. Têm coragem para ir em frente, mas também muitos medos.

Aterram em cidades onde nunca puseram os pés sem conhecer ninguém, sem um amigo, um familiar. Levam os filhos pela mão, muita vontade de esquecer o passado e de viver em vez de sobreviver. Mas preferem que seja assim porque não querem correr o risco de voltar a dar de caras com o homem que as agrediu ou tentou matar - mesmo que esta opção lhes custe o desenraizamento, o isolamento.

Estas mulheres nem sempre têm trabalho, ou se o têm, auferem salários muito baixos. O preço das rendas quase lhes corta o sonho de recomeçar. Mas não desistem. Histórias de resiliência contadas pela Mónica, pela Ivone e pela Sónia. Histórias que também provam que é possível refazer a vida e voltar a sorrir.

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