Premium Apoio à natalidade. Quando um cheque não basta para fazer nascer mais bebés

Em 1999, Vila de Rei era notícia por causa de um projeto de repovoamento que incluiu apoios financeiros à natalidade. Vinte anos depois, a autarquia mantém os incentivos mas continua sem conseguir fixar mais população. O DN foi saber se o cheque-bebé resulta nos concelhos que o oferecem aos jovens casais.

Foi um acaso que fez Guida Oliveira e José Conceição tornarem-se os pais de um dos primeiros bebés apoiados financeiramente pelo Município de Vila de Rei. Rodrigo tem agora 19 anos, é estudante universitário, um entre os milhares do país. Mas em Vila de Rei, no distrito de Castelo Branco, tem um lugar na história.

Naquele ano de 1999, em que o pequeno concelho do interior era notícia por causa de um inédito programa de repovoamento (que levou até lá vários casais brasileiros com o propósito de aumentar a natalidade e a população), Guida Oliveira decidiu mudar-se de São Sebastião da Pedreira, Lisboa, para Vila de Rei, a terra dos pais. E ali ficou, até hoje.

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