Premium O regresso do fogo entre a Arménia e o Azerbaijão

São já 17 as vítimas mortais dos recentes confrontos entre os dois países. Azerbaijão ameaça atacar central nuclear e o líder do país despediu o ministro dos Negócios Estrangeiros em plena crise.

O nível de tensão no Cáucaso, entre a Arménia e o Azerbaijão, continua elevado, apesar de nas últimas horas a situação poder ser descrita, de acordo com fontes oficiais, como "relativamente calma". Ainda assim, numa conferência de imprensa realizada na segunda-feira de manhã na capital Ierevan, Artsrun Hovhannisyan, membro das forças armadas arménias e porta-voz do gabinete de crise, sublinhou que o país se encontra "pronto para defender as suas fronteiras de qualquer tentativa de invasão ou violação da integridade territorial".

Apesar da relativa tranquilidade, entre a noite de domingo e a manhã de segunda-feira - segundo o que a porta-voz do Ministério da Defesa arménio, Shushan Stepanyan, contou ao DN - as forças armadas azeris violaram o frágil cessar-fogo por nove vezes, disparando e lançando granadas em direção a posições militares, tendo obrigado o lado arménio a devolver fogo.

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