Premium Guerra dos Tronos e Notre Dame: fogo e gelo

Após quase dois anos de férias na praia, o Inverno pegou na sua volumosa bagagem de cavalos, coroas, ventres viúvos e flocos de neve, e regressou ao nosso convívio, trazendo nas mãos um bouquet de peludos tomates.

A nova, e última, temporada de A Guerra dos Tronos (SyFy) começou com um debate filosófico numa carroça, travado entre um anão e um eunuco, sobre qual deles teria a maior quantidade de testículos - um debate ganho pelo anão, graças à força estatística dos seus argumentos. Porque a série consiste agora parcialmente em chocolates para os fãs e homenagens retrospectivas ao seu próprio passado, o episódio esteve também repleto de ecos, reflexos, simetrias e reencontros. Tal como na estreia, há tantos invernos atrás, um casal de monarcas visita as Terras do Norte, observados por um rapazinho que trepa a uma posição elevada para os ver melhor.

Um dos monarcas em questão era Jon Snow, da Casa Stark: Rei do Norte, Senhor de Winterfell, e Portador da Trágica Paralisia Facial Não-Diagnosticada, título nobiliárquico que o obriga a reagir a todas as situações com a mesma expressão no rosto: um ar de dócil perplexidade. Consigo veio Denise Taveira, Rainha dos Ândalos, Protectora dos Sete Reinos, e Proprietária dos Meios Aéreos.

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