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O pior que há é termos a oportunidade de dizer uma coisa, querermos dizê-la, e de nos esquecermos de a dizer. E eu ia dizer aquilo dos carros naquela coisa da Deco. Pior quando são duas as coisas que nos esquecemos de dizer. Aquela coisa da Deco foi uma simpática conferência para onde simpaticamente me convidaram como ser orante, painelista. O nome do painel, Transportes para que Públicos, e os temas eram estes: "A centralidade do cidadão nas decisões estratégicas. Necessidades e propostas. Áreas de melhoria e orçamentos disponíveis. Dificultar a vida aos cidadãos sem alternativas claras. Capacidade financeira das famílias e mobilidade. Novos valores do passe social, reflexo no tráfego rodoviário. O que vai ser o transporte público no futuro".

A minha ideia era simples, dizer duas ou três ideias, pouco mais, porque o painel tinha gente que percebe mais e melhor e há mais tempo de tudo isto, desde o Filipe Moura, do Instituto Superior Técnico e da Deco, o Jorge Bonito Santos da CML ou o Tiago Farias, CEO da Carris e da OTLIS. Para falar do setor estava também o João Reis (das trotinetes) da CIRC (por defeito de formação de fiscalista, CIRC será sempre o Código do Imposto do Rendimento das Pessoas Coletivas, que é como quem diz o Código do IRC, que é como quem diz o IRC).

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