Premium Uma capital a meio gás para a entrada no 3.º ano da era Trump

Quase um mês de shutdown tirou as carrinhas de comida do Mall e deixou os turistas à porta dos museus. Por ali, uns acham que o próximo presidente será mulher, outros que Trump não se recandidata.

Gorros, luvas e casacões, fitas verdes ao pescoço com os nomes, um grupo de alunos ignora a espessa camada de neve que as cobre e continua a subir e a descer as escadas do Monumento a Lincoln, no final do Mall, a enorme alameda de Washington. Ao todo, são 250. Vieram da Florida em cinco autocarros e para a maioria é a estreia na capital federal dos EUA. "O shutdown? Não, não nos está a incomodar nada. Mas acabámos de chegar", garante Mary Nann, uma das professoras que acompanham o grupo. Trazer os alunos a Washington é uma velha tradição, explica, ela também de fita verde ao pescoço. Sobre política prefere não falar muito, mas admite que este terceiro ano da era Donald Trump, que começa neste domingo dia 20, promete ser "interessante". E segue para junto dos alunos, que começam a juntar-se para uma fotografia de grupo na escadaria, com o espelho-de-água, o obelisco do Monumento a Washington e, mais ao fundo, o Capitólio como cenário.

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Saúde

Empresa de anestesista recebeu meio milhão de euros num ano

Há empresas (muitas vezes unipessoais) onde os anestesistas recebem o dobro do oferecido no Serviço Nacional de Saúde para prestarem serviços em hospitais públicos carenciados. Aquilo que a lei prevê como exceção funciona como regra em muitas unidades hospitalares. Ministério diz que médicos tarefeiros são recursos de "última instância" para "garantir a prestação de cuidados de saúde com qualidade a todos os portugueses".