Premium Pensar o cinema para lá da tecnocracia

A estreia de Roma, de Alfonso Cuarón, veio relançar muitas questões urgentes do mercado cinematográfico - em Portugal, talvez ganhássemos em tentar pensar tais questões para lá da exaltação tecnológica.

Como as pessoas interessadas em cinema saberão, o filme Roma, do mexicano Alfonso Cuarón, teve a sua estreia nas salas portuguesas na quinta-feira, 13, estando também disponível na Netflix desde o dia 14. É, a meu ver, um dos grandes acontecimentos do ano cinematográfico.

Seja como for, e para lá de qualquer juízo de valor, creio que vale a pena sublinhar as condições em que Roma chegou ao mercado português. Até porque convém não esquecer que tais condições são apenas um sintoma parcelar de um drama que está a contaminar toda a paisagem global do cinema. A saber: que relações existem entre as plataformas de streaming e o circuito clássico das salas? Mais concretamente: que relações podem existir entre tais entidades?

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