Premium Champions rendeu 565 milhões de euros às equipas portuguesas numa década

Competição mais importante entre clubes europeus arranca nesta terça-feira com o Benfica como único representante português. Prémios da UEFA são cada vez mais importantes para a saúde financeira dos clubes menos ricos.

As emoções da Liga dos Campeões estão de volta a partir desta terça-feira com a primeira jornada da fase de grupos de uma competição cada vez mais milionária. Desta vez, apenas com a presença de uma equipa portuguesa, o Benfica, algo que não acontecia desde a época 2009-2010 quando o FC Porto foi o único representante nacional.

Os encarnados partem para esta edição da Champions com o objetivo de chegarem pelo menos aos oitavos-de-final da prova, algo que não conseguem desde 2017-2018. Em causa não estão apenas a vertente desportiva e o prestígio internacional, mas sobretudo a questão financeira. Ainda recentemente, Domingos Soares de Oliveira, administrador da SAD encarnada, afirmou que "as receitas das competições europeias são extremamente importantes para clubes como o Benfica, que não pertencem às cinco melhores ligas da Europa", definindo ainda que no caso dos encarnados as receitas das provas da UEFA representam 25% do total da sociedade.

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