Premium John Roberts, o líder do Supremo que será o árbitro do impeachment

Apesar de presidir ao processo que pode ditar o afastamento do presidente dos EUA, o juiz não terá muito poder, estando condicionado ao facto de este ser um processo político. Roberts, que sempre defendeu a independência dos tribunais, quererá garantir o respeito pelo processo e não pôr em causa a credibilidade do Supremo.

São os cem senadores que vão decidir sobre o impeachment de Donald Trump, mas os trabalhos serão presididos por um juiz. Mas não um juiz qualquer: o presidente do Supremo Tribunal, John Roberts. A dias de celebrar os 65 anos, jurou nesta quinta-feira no Senado que fará "justiça imparcial" durante o julgamento do presidente norte-americano, antes de presidir à cerimónia de juramento dos senadores.

"Quando o presidente dos EUA é julgado, o presidente do Supremo Tribunal deve presidir", lê-se na Constituição dos EUA. Mas não há mais pormenores sobre qual deve ser a sua função, sendo certo que este é um julgamento político, não judicial, e que são os senadores que ditam as regras do jogo.

Ler mais

Mais Notícias

Outros conteúdos GMG