Premium Da prisão à reforma: onde estão os líderes do G20 que em 2008 iam travar a crise?

Dez anos após a falência do Lehman Brothers, só Angela Merkel e Recep Tayyip Erdogan mantêm-se no poder.

Dois estão na cadeia, dois enfrentam processos judiciais por corrupção, dois mantêm-se, até hoje, no poder e um morreu. Quando passam dez anos sobre a falência do Lehman Brothers, que espoletou a mais grave financeira desde a Grande Depressão, o que é feito dos chefes de Estado e de governo do G20 que, a 14 e 15 de novembro de 2008, se reuniram em Washington para tentar evitar essa mesma crise?

Aquela que foi a primeira reunião de governantes máximos dos países do G20 foi anunciada pelos então líderes da Alemanha e da França, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, respetivamente, como sendo uma espécie de Bretton Woods II - numa referência aos acordos que no rescaldo da II Guerra Mundial estabeleceram as regras das relações comerciais e financeiras entre os países industrializados. O objetivo foi o de assegurar a estabilidade monetária internacional e criar uma nova ordem económica mundial, que, em 2008, foi completamente posta em causa.

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