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Greve Climática Estudantil

​​​​​​​Matilde lançou em Portugal a semente que Greta plantou. Hoje sai à rua pelo clima

Começou como uma ideia a dois - Matilde e a amiga estavam preparadas para fazer a greve sozinhas, em frente ao Parlamento -, mas o movimento ganhou força e espalhou-se pelo país inteiro. Não só em Portugal, mas em todo o mundo, os jovens estão a gritar pelo futuro que não querem viver. A greve é esta sexta-feira

Matilde e Beatriz estão para Portugal como Greta está para a Suécia. Em agosto do ano passado, Greta Thunberg faltou às aulas e somou vários dias sentada em frente ao Parlamento sueco em nome do clima - e todas as sextas-feiras repete o feito. O seu país, e depois o mundo inteiro, pararam para ouvir o que a jovem de apenas 15 anos tinha para dizer: "A nossa casa está em chamas", alertava. Menos de um ano depois, inspiradas pela sua mensagem, são as portuguesas Matilde Alvim e Beatriz Barroso, de 17 anos, que começaram por dar voz à luta sobre o clima em Portugal. Matilde vai estar na linha da frente da Greve Climática Estudantil nesta sexta-feira, 15 de março, às 10:30 - associada ao movimento global #Schoolstrike4climate. Beatriz também lá estará.

"A greve não vai mudar nada, mas vai plantar a semente."

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Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.