Exclusivo Três nomes para suceder a Dhlakama num Moçambique em crise

É num Moçambique a par com vários desafios internos e externos, do escândalo da "dívida oculta" aos tiques "autoritários" da Frelimo e à violência em Cabo Delgado, que o maior partido da oposição, a Renamo, vai escolher um novo líder para suceder ao histórico Afonso Dhlakama. Para iniciar um novo ciclo e enfrentar novos e velhos desafios.

A Renamo vai sobreviver à morte de Afonso Dhlakama. A questão é quem a vai liderar e que linha política definirá o seu sucessor num momento em que se vive um impasse no processo de aplicação do acordo de desarmamento, desmobilização e reintegração (DDR), assinado pouco antes da morte de Dhlakama entre este e o presidente Filipe Nyusi, e permanecem críticas aos resultados das eleições autárquicas de outubro.

Um desafio suplementar para o futuro líder é o de se mostrará capacidade de gerar um poder mobilizador, carisma e prestígio suficientes para dirigir a Renamo na fórmula seguida por Afonso Dhlakama ou se irá adotar um novo modelo de liderança.

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