Premium O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.

E é realmente curioso: o Festival do Rio continua a ser o mais importante certame competitivo de cinema no Brasil e com uma dimensão internacional. Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, coprodução luso-brasileira, além de ter vencido o prémio de melhor realização, venceu também a melhor fotografia, precisamente a cargo de Renée Nader. É obra... Além do mais, o filme tem feito uma carreira impressionante desde que foi mostrado e premiado em Cannes, no Un Certain Regard. Uma obra de uma pungente beleza, descrevendo com uma magia algo etnográfica o percurso de um índio krahô na sua aldeia indígena algures em Pedra Branca, localidade esquecida do Brasil.

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