Exclusivo Donald Trump ataca justiça e testemunhas do impeachment

O presidente dos EUA pressiona procuradores e juízes e afasta testemunhas do processo de destituição. "Comportamento de fascistas de estados falhados", respondeu Hillary Clinton.

Um dia depois de o procurador especial Robert Mueller ter testemunhado no Congresso sobre o relatório que produziu sobre a interferência russa nas eleições de 2016, não tendo conseguido provar uma concertação entre Moscovo e a campanha de Trump, o empresário nova-iorquino manteve a famosa conversa com o presidente ucraniano que levou ao processo da sua destituição.

Menos de uma semana depois de o Senado ter rejeitado os dois artigos - abuso de poder e obstrução ao Congresso - pelos quais Trump foi alvo de impeachment, o mesmo padrão foi seguido. Nos últimos dias, duas testemunhas foram afastadas dos seus postos, e sobre uma delas o presidente sugeriu poder vir a sofrer consequências disciplinares; pressionou a juíza que tem os casos dos seus homens próximos e queixou-se da "muito injusta e horrível" recomendação sobre a pena de prisão que os procuradores iriam pedir ao seu ex-conselheiro Roger Stone.

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