Exclusivo O centenário do homem que enganou a PIDE ao esconder as provas no congelador

No dia em que se regista o centenário do nascimento de Francisco de Sousa Tavares, o Centro Nacional de Cultura evoca o antigo fundador e dirigente enquanto o filho Miguel escreve no site do CNC que esta celebração significa que o pai "não viveu em vão".

Miguel Sousa Tavares usa as palavras do escritor Gabriel García Márquez "não se morre quando se quer, mas quando se pode" para, cem anos depois do nascimento do seu pai, a 12 de junho de 1920, recordar num texto que publica esta sexta-feira no site do Centro Nacional de Cultura e onde recorda o facto de ter morrido antes do que lhe "prometera".

Para Guilherme D'Oliveira Martins, esta evocação deve-se ao facto de Francisco de Sousa Tavares ter "sido a grande alma do Centro a partir de 1957, sem cuja determinação, entusiasmo e inteligência, não teríamos sido na sociedade portuguesa o que fomos, na afirmação firme dos valores da liberdade, da cultura e da democracia". Por essa razão, o CNC vai realizar várias atividades sobre o seu antigo dirigente após o fim da pandemia.

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