Exclusivo Brasil. A 1 de fevereiro realiza-se a "terceira volta" das eleições

Votação para as presidências do Senado Federal e da Câmara dos Deputados volta a agitar Brasília. Renan Calheiros e Rodrigo Maia, expoentes da "velha política", podem ter a bênção de Bolsonaro.

O que faz à porta do Palácio do Planalto o deputado Fábio Ramalho, do MDB, com um saco de linguiças, queijo canastra, doce de leite, pé de moleque e outras iguarias da cozinha de Minas Gerais? Espera, e obtém, uma audiência com o amigo de longa data Jair Bolsonaro. Os petiscos do deputado mineiro, que concorre à presidência da Câmara dos Deputados no dia 1 de fevereiro, são para tentar convencer o presidente a não apoiar o seu rival Rodrigo Maia, do DEM. À mesma hora, a gráfica do Senado imprimia um livro de 500 páginas de louvor a Renan Calheiros (MDB), que concorre à chefia da câmara alta. No Brasil, as eleições acabaram na noite de 28 de outubro. Em Brasília, a campanha da chamada "terceira volta" está a acelerar.

E os presidentes das duas casas do Congresso Nacional são vitais para o sucesso ou o fracasso de qualquer governo: são eles que definem ritmo e agenda legislativos e, em última análise, que aprovam ou rejeitam pedidos de impeachment - em 2015, Dilma Rousseff caiu pela ação do então chefe dos deputados, Eduardo Cunha.

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